sexta-feira, 28 de junho de 2013
A vida emocional de um ser.
Até bem pouco tempo, admitia-se que o psiquismo humano entrava em funcionamento no exato instante em que ocorria seu nascimento quando, então, dava-se a censura do cordão umbilical, ou seja, ao perder a segurança uterina e tendo que procurar por si mesmo o oxigênio e o alimento para sua sobrevivência.
Através de estudos psicanalíticos realizados, observou-se que, sob intensa angústia, os pacientes abandonavam, muitas vezes, a realidade externa eliciadora de um sofrimento intolerável, para buscar refúgio numa realidade muito mais primitiva, regredida, relacionada à vida intra-uterina.
Com o advento da ultra-monografia e, mais tarde, da ecografia, pôde-se observar o universo fetal e a sua história de desenvolvimento emocionalismo.
Assim, constatou-se que não apenas o trauma do nascimento marca inconscientemente o indivíduo para sempre, como também o modo como o feto percebe suas experiências pré-natais, vão se constituir no modelo das vivências emocionais no decorrer de sua vida aérea e, mais imediatamente, na primeira infância.
Podemos então dizer que, certamente, a vida psíquica não se inicia com o nascimento, porém é uma continuidade da vida intrauterina.
Desta feita, a visão que se tinha de que o útero era um lugar silencioso, um verdadeiro paraíso, onde os ruídos externos não chegavam até ele e que o feto era um ser passivo, completamente dependente, foi derrubada ante o desenvolvimento tecnológico e psicanalítico.
Hoje, o que se sabe é que é um ser humano em formação e que reage a estímulos, chupa o dedo, dorme e acorda, tem movimentos respiratórios, movimenta-se à procura de posições que lhe sejam mais confortáveis, boceja e soluça, sorri e chora...
Sabe-se, inclusive, que as atividades executadas por ele não são sem sentido, cumprem objetivos: não só deglute o líquido amniótico para se alimentar como regula o volume de ingestão; os movimentos realizados desenvolvem as articulações e ossos e as experiências sensoriais são fundamentais para o desenvolvimento do cérebro.
Por sua vez, a visão de útero também se modificou, pois o feto escuta a voz materna e paterna, os sons internos e viscerais da mãe, como a digestão sendo realizada, os batimentos cardíacos, a circulação sanguínea, o ressoar do sono materno, a sonoridade do mundo externo que lhe chega abafada, porém audível.
Muito mais que tudo isto, foi a compreensão adquirida que o feto sofre com a influência das emoções maternas e que o levam a participar na manutenção e determinação do final da gravidez, seja prematuramente, através do aborto ou gravidez a termo.
Diante disto, se o nível de angústia e ansiedade da gestante tiver intensidade muito elevada ou mesmo se sofrer traumas emocionais ou stress, crônico ou agudo, há de desencadear grande sofrimento fetal, marcando-o profundamente, podendo mesmo acarretar problemas orgânicos e psíquicos, com decréscimo de seu desenvolvimento físico.
Apesar de não haver conexão direta entre o sistema nervoso materno e fetal, emoções como ira, medo e ansiedade fazem com que o sistema nervoso autônomo materno libere certas substâncias químicas na corrente sanguínea, alterando a composição do sangue materno e que, transpondo a barreira placentária modificarão a bioquímica do ambiente intra-uterino onde está se desenvolvendo o feto.
Esta transformação provoca-lhe um estado de alarme que se manifesta por aumento ou diminuição dos batimentos cardíacos e aumento ou diminuição da atividade motora, podendo chegar à imobilidade.
Ruídos estranhos ao feto também podem provocar angústias, na medida em que desencadeiam o comportamento de alerta.
Na busca do alívio das tensões, desenvolvem-se mecanismos psíquicos de defesa e que são expressos através de movimentações hiperativas do corpo. São reações parecidas com as do recém-nascido em sofrimento que se contorce, grita, chora, esperneia, para livrar-se do que lhe causa desespero. Ou, ao contrário, se a situação estressante torna-se crônica, o feto "substitui" o mecanismo de defesa que não percebe mais como aliviador de tensão, e ocorre a diminuição das atividades motoras ou hipoatividade, que sugere a possibilidade de depressão e de decréscimo de energia vital.
Enquanto durar o distúrbio emocional da gestante, a atividade fetal continuará a um nível elevado. Se forem distúrbios breves, geralmente o aumento da irritabilidade fetal durará algumas horas.
Gestantes infelizes e deprimidas têm maior probabilidade de ter partos prematuros ou de ter bebês com pesos mais baixos ao nascer, podendo ser hiperativos, irritáveis, manifestar dificuldades na alimentação, apresentar distúrbios do sono, choro excessivo e necessidades incomuns de ficar no colo.
Sendo o feto e o bebê a mesma pessoa, as características de personalidade, de comportamento, de preferências e respostas do feto mantêm-se na vida pós-natal. Ao reviver situações estressantes semelhantes às da vida fetal, inconscientemente buscará o mesmo padrão de comportamento que apresentava na vida intra-uterina, para o alívio das tensões.
Acredita-se, atualmente, que por meio de sinais materno-filiais, é firmado um compromisso entre a mãe e a criança e que desencadeia o trabalho de parto.
Assim, se o feto encontra-se em contínuo e profundo sofrimento, percebido por ele como ameaça de morte ou de aniquilamento, envia uma mensagem avisando-a que não podendo suportar por mais tempo, vai ser necessária a separação.
Deste modo, pode ocorrer o parto prematuro através de problemas com a placenta, por ser o lugar das trocas entre a mãe e seu filho, na quantidade do líqüido amniótico, hipertensão arterial e outras ocorrências. As ameaças de aborto também são compreendidas de formas diversas, porém sempre ligadas à história da gestante, do casal e do filho.
Estas experiências são percebidas pelo feto como catastróficas, verdadeiras ameaças de morte e depressivas.
Através da ultra-sonografia e da ecografia, podem ser feitas investigações sobre o estado de sono e de vigília do feto. Nos momentos de sono, permanece imóvel e nos de vigília, observa-se grande variedade de movimentos corporais.
Como as dificuldades e ameaças estão sempre presentes na vida fetal, assim como possibilidades de alívio das tensões, podemos pensar que o sono cumpra duas funções: desligamento por ter encontrado este alívio ou um mergulho no sono para fugir da situação dolorosa.
A grande frequência de sono durante a vida fetal demonstra a presença de depressão psíquica e imobilidade física, que acarreta um desenvolvimento inadequado dos músculos, podendo levar à hipotrofia, que é o rebaixamento do tônus muscular.
Assim, a movimentação do feto é um fator importantíssimo que transmite como a gravidez está se processando e oferece elementos valiosíssimos sobre seu estado emocional.
Daí ressaltarmos a importância das emoções maternas no período da gestação e o quanto é primordial o ambiente imediato como rede de apoio, segurança e continente das angústias e ansiedades maternas.
Deste modo, a qualidade do vínculo entre os parceiros, no momento da concepção e durante a gravidez, é fundamental para o equilíbrio da relação mãe-bebê, uma vez que o feto consegue captar os estados afetivos maternos tanto os de felicidade, tranquilidade e satisfação quanto os de choques emocionais, ansiedades, raiva, depressão e estresse.
Muitos casais em crise conjugal, ao se depararem com uma gravidez não planejada, tornam este período um verdadeiro caos emocional, muitas vezes culminando com a separação. Há de se repensar as atitudes no sentido de poder proporcionar segurança e apoio à gestante, que se encontra muito mais vulnerável, e bem-estar ao bebê.
O acompanhamento psicológico, neste momento de intensa crise, cumpre sua função primordial de oferecer um espaço continente e acolhedor, onde a gestante possa expressar livremente todas as angústias e ansiedades que está vivenciando e que, certamente, beneficiará o desenvolvimento emocionalismo do futuro bebê.
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/a-vida-emocional-do-feto/
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Um universo de medo e angustia
A vida emocional do feto.
Até bem pouco tempo, admitia-se que o psiquismo humano entrava em funcionamento no exato instante em que ocorria seu nascimento quando, então, dava-se a censura do cordão umbilical, ou seja, ao perder a segurança uterina e tendo que procurar por si mesmo o oxigênio e o alimento para sua sobrevivência.
Através de estudos psicanalíticos realizados, observou-se que, sob intensa angústia, os pacientes abandonavam, muitas vezes, a realidade externa eliciadora de um sofrimento intolerável, para buscar refúgio numa realidade muito mais primitiva, regredida, relacionada à vida intra-uterina.
Com o advento da ultra-monografia e, mais tarde, da ecografia, pôde-se observar o universo fetal e a sua história de desenvolvimento emocionalismo.
Assim, constatou-se que não apenas o trauma do nascimento marca inconscientemente o indivíduo para sempre, como também o modo como o feto percebe suas experiências pré-natais, vão se constituir no modelo das vivências emocionais no decorrer de sua vida aérea e, mais imediatamente, na primeira infância.
Podemos então dizer que, certamente, a vida psíquica não se inicia com o nascimento, porém é uma continuidade da vida intrauterina.
Desta feita, a visão que se tinha de que o útero era um lugar silencioso, um verdadeiro paraíso, onde os ruídos externos não chegavam até ele e que o feto era um ser passivo, completamente dependente, foi derrubada ante o desenvolvimento tecnológico e psicanalítico.
Hoje, o que se sabe é que é um ser humano em formação e que reage a estímulos, chupa o dedo, dorme e acorda, tem movimentos respiratórios, movimenta-se à procura de posições que lhe sejam mais confortáveis, boceja e soluça, sorri e chora...
Sabe-se, inclusive, que as atividades executadas por ele não são sem sentido, cumprem objetivos: não só deglute o líquido amniótico para se alimentar como regula o volume de ingestão; os movimentos realizados desenvolvem as articulações e ossos e as experiências sensoriais são fundamentais para o desenvolvimento do cérebro.
Por sua vez, a visão de útero também se modificou, pois o feto escuta a voz materna e paterna, os sons internos e viscerais da mãe, como a digestão sendo realizada, os batimentos cardíacos, a circulação sanguínea, o ressoar do sono materno, a sonoridade do mundo externo que lhe chega abafada, porém audível.
Muito mais que tudo isto, foi a compreensão adquirida que o feto sofre com a influência das emoções maternas e que o levam a participar na manutenção e determinação do final da gravidez, seja prematuramente, através do aborto ou gravidez a termo.
Diante disto, se o nível de angústia e ansiedade da gestante tiver intensidade muito elevada ou mesmo se sofrer traumas emocionais ou stress, crônico ou agudo, há de desencadear grande sofrimento fetal, marcando-o profundamente, podendo mesmo acarretar problemas orgânicos e psíquicos, com decréscimo de seu desenvolvimento físico.
Apesar de não haver conexão direta entre o sistema nervoso materno e fetal, emoções como ira, medo e ansiedade fazem com que o sistema nervoso autônomo materno libere certas substâncias químicas na corrente sanguínea, alterando a composição do sangue materno e que, transpondo a barreira placentária modificarão a bioquímica do ambiente intra-uterino onde está se desenvolvendo o feto.
Esta transformação provoca-lhe um estado de alarme que se manifesta por aumento ou diminuição dos batimentos cardíacos e aumento ou diminuição da atividade motora, podendo chegar à imobilidade.
Ruídos estranhos ao feto também podem provocar angústias, na medida em que desencadeiam o comportamento de alerta.
Na busca do alívio das tensões, desenvolvem-se mecanismos psíquicos de defesa e que são expressos através de movimentações hiperativas do corpo. São reações parecidas com as do recém-nascido em sofrimento que se contorce, grita, chora, esperneia, para livrar-se do que lhe causa desespero. Ou, ao contrário, se a situação estressante torna-se crônica, o feto "substitui" o mecanismo de defesa que não percebe mais como aliviador de tensão, e ocorre a diminuição das atividades motoras ou hipoatividade, que sugere a possibilidade de depressão e de decréscimo de energia vital.
Enquanto durar o distúrbio emocional da gestante, a atividade fetal continuará a um nível elevado. Se forem distúrbios breves, geralmente o aumento da irritabilidade fetal durará algumas horas.
Gestantes infelizes e deprimidas têm maior probabilidade de ter partos prematuros ou de ter bebês com pesos mais baixos ao nascer, podendo ser hiperativos, irritáveis, manifestar dificuldades na alimentação, apresentar distúrbios do sono, choro excessivo e necessidades incomuns de ficar no colo.
Sendo o feto e o bebê a mesma pessoa, as características de personalidade, de comportamento, de preferências e respostas do feto mantêm-se na vida pós-natal. Ao reviver situações estressantes semelhantes às da vida fetal, inconscientemente buscará o mesmo padrão de comportamento que apresentava na vida intra-uterina, para o alívio das tensões.
Acredita-se, atualmente, que por meio de sinais materno-filiais, é firmado um compromisso entre a mãe e a criança e que desencadeia o trabalho de parto.
Assim, se o feto encontra-se em contínuo e profundo sofrimento, percebido por ele como ameaça de morte ou de aniquilamento, envia uma mensagem avisando-a que não podendo suportar por mais tempo, vai ser necessária a separação.
Deste modo, pode ocorrer o parto prematuro através de problemas com a placenta, por ser o lugar das trocas entre a mãe e seu filho, na quantidade do líqüido amniótico, hipertensão arterial e outras ocorrências. As ameaças de aborto também são compreendidas de formas diversas, porém sempre ligadas à história da gestante, do casal e do filho.
Estas experiências são percebidas pelo feto como catastróficas, verdadeiras ameaças de morte e depressivas.
Através da ultra-sonografia e da ecografia, podem ser feitas investigações sobre o estado de sono e de vigília do feto. Nos momentos de sono, permanece imóvel e nos de vigília, observa-se grande variedade de movimentos corporais.
Como as dificuldades e ameaças estão sempre presentes na vida fetal, assim como possibilidades de alívio das tensões, podemos pensar que o sono cumpra duas funções: desligamento por ter encontrado este alívio ou um mergulho no sono para fugir da situação dolorosa.
A grande frequência de sono durante a vida fetal demonstra a presença de depressão psíquica e imobilidade física, que acarreta um desenvolvimento inadequado dos músculos, podendo levar à hipotrofia, que é o rebaixamento do tônus muscular.
Assim, a movimentação do feto é um fator importantíssimo que transmite como a gravidez está se processando e oferece elementos valiosíssimos sobre seu estado emocional.
Daí ressaltarmos a importância das emoções maternas no período da gestação e o quanto é primordial o ambiente imediato como rede de apoio, segurança e continente das angústias e ansiedades maternas.
Deste modo, a qualidade do vínculo entre os parceiros, no momento da concepção e durante a gravidez, é fundamental para o equilíbrio da relação mãe-bebê, uma vez que o feto consegue captar os estados afetivos maternos tanto os de felicidade, tranquilidade e satisfação quanto os de choques emocionais, ansiedades, raiva, depressão e estresse.
Muitos casais em crise conjugal, ao se depararem com uma gravidez não planejada, tornam este período um verdadeiro caos emocional, muitas vezes culminando com a separação. Há de se repensar as atitudes no sentido de poder proporcionar segurança e apoio à gestante, que se encontra muito mais vulnerável, e bem-estar ao bebê.
O acompanhamento psicológico, neste momento de intensa crise, cumpre sua função primordial de oferecer um espaço continente e acolhedor, onde a gestante possa expressar livremente todas as angústias e ansiedades que está vivenciando e que, certamente, beneficiará o desenvolvimento emocionalismo do futuro bebê.
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/a-vida-emocional-do-feto/
sábado, 22 de junho de 2013
Solidao
Um psicólogo americano relaciona o crescente aumento do numero de cardíacos no mundo com ausência de afeto, “stress”, solidão. E responsabiliza a sociedade industrial.
Afetividade é a maneira pela qual os homens se sentem afetados pelos diversos acontecimentos de sua vida. Cada um se sente afetado pelos acontecimentos, dependendo dos interesses específicos que leva a ação.
Suas motivações determinam a maneira de como o homem se sente afetado, podendo ser pelos instintos biológicos.
A afetividade seria a manifestação consciente da vida e das tendências dos instintos.
Não a luz sem trevas. Nunca atingimos uma aurora continua. Assim é melhor. Que faríamos sem a sede, a penumbra, os caminhos difíceis, o sofrimento, o frágil laço do amor? (Chedid)
Depressão é um estado de tristeza excessiva, quase sempre causada por uma serie de acontecimentos negativos que justificam por si uma profunda tristeza.
Habitualmente temos um estado afetivo básico e que não depende diretamente de nenhuma representação ou idéia, podendo se classificar como estado de animo. Estas situações afetivas básicas, que tem certa autonomia são uma forma peculiar de ser e de viver, representa a forma estável e habitual de sentir-se afetado. Muitos psicólogos não aceitam ser a afetividade do homem única e exclusivamente uma modificação dos instintos primitivos.
Existem tendências que levam o homem a procurar satisfazer seus desejos, triunfo, estimação, interesses, estéticos, éticos, sociais, religiosos, políticos, econômicos. Etc....
Compreender a dinâmica afetiva de uma personalidade determinada não é outra coisa senão compreender a estrutura própria e seus interesses e tendências.
Solidão situação ou sensação de quem vive isolada aonde a vida simplesmente não existe e a única coisa que te rodeia é a completa escuridão que te mata um pouco a cada dia.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Tudo depende de mim
Tudo
depende de mim !!!
Hoje levantei cedo pensando Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia que o relógio marque meia - - noite. noite.
É minha função escolher que É minha função escolher que tipo tipo
de dia vou ter hoje. de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está Posso reclamar porque está chovendo... ou agradecer às chovendo... ou agradecer às águas por lavarem a poluição. águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter Posso ficar triste por não ter dinheiro... ou me sentir dinheiro... ou me sentir encorajado para administrar encorajado para administrar minhas finanças, evitando o minhas finanças, evitando o desperdício. desperdício.
Posso reclamar sobre Posso reclamar sobre minha saúde... ou dar minha saúde... ou dar graças por estar vivo. graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado pais por não terem me dado tudo o que eu queria.... ou tudo o que eu queria.... ou posso ser grato por ter posso ser grato por ter nascido. nascido.
Posso reclamar por ter que Posso reclamar por ter que ir trabalhar.... ou agradecer ir trabalhar.... ou agradecer por ter trabalho. por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as Posso sentir tédio com as tarefas da casa... Ou tarefas da casa... Ou agradecer a Deus por ter um agradecer a Deus por ter um teto para morar. teto para morar.
Posso lamentar decepções Posso lamentar decepções com amigos... ou me com amigos... ou me entusiasmar com a entusiasmar com a possibilidade de fazer novas possibilidade de fazer novas amizades. amizades.
Se as coisas não saíram como Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. hoje para recomeçar. O dia está na minha frente O dia está na minha frente esperando para ser o que eu esperando para ser o que eu quiser. quiser.
E aqui estou eu, o escultor que E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. pode dar forma.
“Tudo depende só de “Tudo depende só de mim." mim." Charles Chaplin.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Seus objetivos te fazem voar .
Nunca deixe de voar voe sempre em direção dos seus objetivos, por mais altos que eles estejam. Você sempre ira alcançá-los. Às vezes se sentirá sozinho, ou apenas mais um na multidão. Mas lembre-se nunca deixe de voar. Você encontrar obstáculos, às vezes vai ter que voltar ao inicio e recomeçar tudo de novo.
Terá vontade de abandonar tudo, mais sempre terá alguém pra encorajá-lo, alguém que pode sempre contar com você. Que sabe que o caminho é longo, que haverá disputas e saberá a importância do trabalho em equipe, e que a cada conquista poderão comemorar juntos todas as vitórias. Por isso nunca deixe de voar, seja audacioso não espere o vento te levar, mergulhe fundo em seus objetivos, estejam sempre atentas as suas oportunidades, pois elas os levarão a voos ainda maiores .
Meu poema.
Ao olhar para o céu nesse momento, vejo uma
Estrela sozinha e solitaria, mais que mesmo tao
distante nao deixa de brilhar, e esse brilho lindo
que estou vendo, me fez lembrar da beleza do
brilho do seus olhos."
Amora pra uma saúde melhor!
Amora é o fruto da amoreira. As principais espécies de amora são a preta e a branca. Amora contém potássio, fósforo, cálcio, sódio, ferro e vitaminas A, B e C
A amora é depurativa do sangue, antisséptico, digestivo, vermífugo, calmante, refrescante, diurético, purgante e adstringente.
A amora é muito recomendada a quem tem excesso ácido no organismo, aos que sofrem de reumatismo, artrite e gota. Em casos de prisão de ventre, come-se um prato de amora em jejum, pela manhã e bebe suco de amora diluído em água morna.
Em casos de afecção de garganta, amigdalite, rouquidão, afecções das gengivas e inflamação das cordas vocais, toma-se suco quente de amora adoçado com mel.
O suco de amora preta dá um bom xarope para desinteria e diarréia e combate a tosse. Tem ainda esse xarope ação desinflamante na forma de gargarejo na garganta.
Um bom chá por infusão com as flores frescas da amora podem melhorar afecções urinárias e é um ótimo diurético. O suco das folhas são usados para lavar feridas.
No caso de queda de cabelos, podemos usar o chá da folha em infusão aplicado no couro cabeludo. A casca do tronco em infusão é muito usado em casos de dores nos ossos ligados a inflamações. Este mesmo chá é indicado no tratamento da diabetes, juntosuco de alho e cebola.
A casca da raiz pode ser usada para combater vermes intestinais, afecções bronquicas, tosses, afecções hepáticas, tumores e a pleurisia.
fonte:http://www.essaseoutras.xpg.com.br/beneficios-da-amora-a-saude-vitaminas-folhas-xarope-suco-geleia/
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